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COMO AS MULHERES AMAM

Release do livro: "Como é Diferente um Coração Valente"
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Apresenta o pensamento de Maquiavel de modo simples e fazendo uma conexão direta com a vida cotidiana. A obra conta a história do garoto Léo e como algumas situações de seu dia a dia estão relacionadas à obra do pensador italiano. Para isso, o autor utiliza-se de diálogos muito bem humorados e narrativas que despertam a atenção das crianças. 

 

Dados técnicos:

 

Páginas: 32

Edição: 1º

Ano: 2014

ISBN: 978-85-65893-52-7

Formato: 20,00 cm X 27,50 cm

Peso: 0,113 Kg

Cód. Fabricante: 3.01.02.1537

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Platão
Richard Kraut (Org.)
Coleção Companions da Cambridge Press

Com tradução exclusiva da Coleção Companions da Cambridge Press e organizada pelo professor de filosofia Richard Kraut da Universidade de Illinois, USA, a obra possui 15 trabalhos de grandes pensadores que discutem as ideias de Platão de forma acessível, porém séria e acadêmica.

 

As 656 páginas deste volume de uma coleção que completa 11 obras em português é composta por trabalhos de Michel Frede, professor da Universidade de Oxford; Elizabete Asmis, professora da Universidade de Chicago; Leonard Brandwood professor da Universidade de Manchester; G.R.F. Ferrari, professor da Universidade de Califórnia; Gail Fine e T.H. Hiwin, professores da Universidade de Cornell; Dorothea Frede, professora da Universidade de Hamburg; Constante C. Mainwald, professora da Universidade de Illinois; Michael L. Morgan, professor da Universidade de Indiana; Ian Mueller, professor da Universidade de Chicago; Terry Penner, professor da Universidade de Wisconsin; Trevor J. Saunders, professor da Universidade de Newcastle; Nicholas P. White, professor da Universidade de Michigan e o próprio Richard Kraut.

 

Entre os diversos assuntos tratados, temos a chance de nos depararmos com textos de Platão sobre a Criatividade Poética, onde a professora Elizabeth Arms afirma: “Essa subordinação de poesia a política tem ofendido muitos leitores de Platão, da Antiguidade aos dias de hoje... a exemplo de qualquer outro famoso moralista das letras, Tolstói foi ele próprio um artista literário consumado.” Além dele, a obra apresenta o complexo texto que tanto afasta os iniciantes do Filebo está agora ao alcance de todos, como escreve Dorothea Frede “O Filebo é considerado um dos diálogos mais tardios e mais difíceis, uma área para o especialista que detenha a maestria sobre os emaranhados da doutrina platônica tardia que encontramos mais aludida do que explicada como se tem Parmênides, no Teeteto e no Sofista.”.

 

Os temas discorridos nesta obra são: Introdução ao estudo de Platão; Platão: O pano de fundo intelectual; Estilometria e cronologia; Sócrates e os primeiros diálogos; Método matemático e verdade filosófica; Investigação no Mênon, Platão e Religião Grega; Amor platônico; Epistemologia metafísica de Platão; A defesa da justiça na República de Platão; Platão sobre a criatividade poética; Adeus ao Terceiro Homem; O Sofista de Platão sobre falsos enunciados; Desintegração e restauração: Prazer e dor no Filebo de Platão; O pensamento político tardio de Platão.

 

Sobre o organizador: Richard Kraut é professor de filosofia da Universidade de Illinois em Chicago. É autor de Socrates and the State (Princenton University Press, 1984) e de Aristotle on the human Good (Princenton University Press, 1989) e, atualmente, desenvolve o projeto de uma tradução comentada sobre Política: Livros VII e VIII de Aristóteles.

 

Dados técnicos:

Páginas: 656

Edição: 1ª

Ano: 2013

ISBN: 978-85-65893-13-8

Formato: 16 cm x 23 cm

Peso: 0,980

Cód. Fabricante: 3.01.02.1426

Coleção: Companions & Companions

 

Nicolau Kietzmann Goldemberg
DGNK Assessoria de imprensa
nicolau@dgnk.com.br
(11) 3070-3336
(11) 98273-6669
www.dgnk.com.br 

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Release do livro "A equoterapia aplicada no tratamento da esquizofrenia".
Sabrina Lombardi Martinez Breslau

A fisioterapeuta Sabrina Lombardi Breslau, que desenvolve um trabalho com cavalos há 13 anos como forma de terapia, descreve, em seu livro, as principais características e potencialidade desse tipo de terapia no tratamento da esquizofrenia. A autora acredita que essa técnica pode ser largamente difundida no Brasil.

 

“Atualmente, a mídia tem mostrado mais sobre o assunto, aparecendo, inclusive, em novelas, o que é muito bom. Em 2000, quando comecei, a equoterapia ainda era um tabu - embora ainda existam aqueles que escrevem ‘coterapia’, mas já é um caminho - as pessoas estão pelo menos tentando se aproximar mais. Acredito que se fosse realizado um trabalho bem focado aos médicos, o retorno seria muito melhor, pois as famílias e os pacientes se prendem muito em indicação médica, então, essa falta de conhecimento acaba limitando as recomendações ao tratamento.”


Esta obra é direcionada a profissionais da área de saúde que trabalhem com equoterapia, assim como a outros terapeutas, visando mostrar-lhes os benefícios que o cavalo pode proporcionar, assim como a familiares de pacientes com esquizofrenia. Foram nove meses de pesquisa concluída com experiência em campo e referências bibliográficas.

 

“O livro é apenas uma sementinha, uma revisão de artigos, livros, textos, e experiências de vida. É um estímulo para quem quiser se aprofundar no tema. A técnica nasceu através da Associação Nacional de Equoterapia (ANDE-Brasil), criada em 1989, é uma sociedade civil sem fins lucrativos de caráter terapêutico, educativo, cultural, desportivo e assistencial, com atuação em todo o território nacional.” - afirma Sabrina.

 

Segundo a autora, a equoterapia busca o desenvolvimento global, respeitando as potencialidades e as limitações de cada paciente. O tratamento proporciona melhorias físicas e psíquicas, como: aceleração no aprendizado, desenvolvimento sensorial, aumento de memória e concentração, capacidade de relaxamento, organização do esquema corporal e do equilíbrio postural, desenvolvimento da flexibilidade mecânica e respiratória, controle da coordenação motora e da lateralidade, melhora no grau de inibições de padrões patológicos além de proporcionar maior independência e convívio social.


 

Dados técnicos:

A Equoterapia Aplicada No Tratamento da Esquizofrenia
Autora: Sabrina Lombardi Martinez Breslau
Editora Ideias & Letras
ISBN: 978-85-65893-05-9
Formato: 14 x 21 cm 
80 páginas
1ª Edição – 2012

 

Nicolau Kietzmann Goldemberg
DGNK Assessoria de imprensa
nicolau@dgnk.com.br
(11) 3070-3336
(11) 98273-6669
www.dgnk.com.br 

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Entrevista com Sabrina Lombardi Breslau, autora do livro: "A equoterapia aplicada no tratamento da esquizofrenia".
Sabrina Lombardi Martinez Breslau

Por que decidiu escrever sobre o tema?

Porque me surgiu a oportunidade de atender praticantes com esquizofrenia e tive um retorno muito satisfatório, um feedback de suas famílias.

 

Quanto tempo levou para que a obra estivesse pronta? Quais foram suas fontes mais relevantes de pesquisa?

A obra foi uma gestação... nove meses. Inclusive, tive que me apressar em terminar porque no final eu entrei numa gestação complicada e fiquei impossibilidade de ir até o Monty Roberts, que é o "encantador de cavalos".

A pesquisa foi concluída com experiência em campo e referências bibliográficas, como sou fisioterapeuta, precisei desse respaldo bibliográfico.

 

Em sua opinião, qual parte do livro é mais relevante ou especial?

O livro todo é especial, e está escrito numa maneira fácil de entendê-lo.

 

Qual público deseja atingir?

Vai desde profissionais na área da saúde que trabalham com equoterapia, como outros terapeutas, para mostrar-lhes os benefícios que o cavalo pode proporcionar, assim como aos familiares de pacientes com esquizofrenia.

 

Qual foi a vivência ou experiência que a fez escrever o livro?

Dez anos de experiência com equoterapia e muitos esquizofrênicos sendo beneficiados neste período, e depois um em especial em 2008.

 

Qual é a principal ideia que o leitor terá ao acabar de ler o livro?

Que o cavalo é um grande terapeuta.

 

Qual foi o processo para reunir todos os capítulos do livro?

O livro é apenas uma sementinha, uma revisão de artigos, de livros, de textos, de experiências de vida. É um estímulo para quem quiser se aprofundar no tema.

 

Como e quando nasceu o processo de tratamento de equoterapia no Brasil?

Nasceu através da Associação Nacional de Equoterapia (ANDE-Brasil), criada em 1989, que é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, de caráter terapêutico, educativo, cultural, desportivo, assistencial, com atuação em todo o território nacional, tendo sede e foro em Brasília-DF. Portanto há 23 anos temos o tratamento no Brasil.

 

Quais são as vantagens da equoterapia?

A equoterapia busca o desenvolvimento global, respeitando as potencialidades e limitações de cada paciente. O tratamento proporciona melhorias físicas e psíquicas, como: a aceleração do aprendizado, desenvolvimento sensorial, aumento da memória, da concentração, da capacidade de relaxamento, a organização do esquema corporal e o equilíbrio postural, o desenvolvimento da flexibilidade e mecânica respiratória, controle da coordenação motora e da lateralidade, melhora o grau de inibições de padrões patológicos e proporciona maior independência e convívio social.

 

Você acredita que a equoterapia pode ser largamente difundida no Brasil?

Sim, atualmente a mídia tem mostrado mais sobre o assunto, já apareceu inclusive em novelas e isso é muito bom. Quando comecei em 2000, a equoterapia ainda era um tabu, embora ainda hoje tenha os que escrevem até “coterapia", mas já é um caminho. As pessoas estão pelo menos tentando se aproximar mais.

Acredito que se fosse realizado um trabalho bem focado aos médicos, o retorno seria muito melhor, porque as famílias e pacientes se prendem muito em indicação médica; então, essa falta de conhecimento acaba limitando as recomendações ao tratamento.

 

Nicolau Kietzmann Goldemberg - Assessor de imprensa
DGNK Assessoria de imprensa
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Entrevista com Ivo Studart, autor do livro: "A Ética do Sentido da Vida Fundamentos Filosóficos da Logoterapia".
Ivo Studart Pereira

Como se define Logoterapia?A Logoterapia é uma escola de pensamento em Psicoterapia fundada pelopsiquiatra e filósofo austríaco Viktor Emil Frankl. Trata-se de um métodoterapêutico que compreende a luta pela realização constante do sentido daprópria vida como a motivação mais básica dos esforços humanos. Partindo deuma antropologia personalista e multicompreensiva, Frankl criou um sistemateórico que reconhece no homem, para além dos condicionamentos pulsionais,sociológicos e genéticos, a liberdade de construir-se dignamente por sobreessas formas de destino. Para ele, a tarefa da Logoterapia reside emresgatar no paciente a consciência de sua responsabilidade perante a vida,que passa a ser vista como uma missão personalíssima, uma tarefainalienável.


A Logoterapia é difundida no Brasil?
Frankl teve, em vida, uma relação muito especial com a América Latina. NoBrasil, por exemplo, ele é detentor de dois doutorados honoris causa: umconcedido pela PUC do Rio Grande do Sul, em 1984, e outro outorgado pelaUniversidade Nacional de Brasília, em 1989. O legado de Frankl inspirou acriação de diversas sociedades sobre logoterapia no país, tais como a SOBRALe a ALVEF. Há núcleos de referência na Paraíba, em São Paulo e no Rio Grande doSul. Acredito que o interesse pela Logoterapia vem aumentando no Brasil.


Quem foi Viktor Frankl?
Médico e doutor em filosofia, Viktor Frankl, certamente, foi um homem cujaobra refletiu sua própria vida. Discípulo contestador de Freud e de Adler,foi testemunha e personagem da História do século XX. Sabotou os esquemas deeutanásia nazista, recusou-se a deixar a Áustria sem os pais após a anexaçãode Hitler e foi prisioneiro e sobrevivente dos campos de extermínio alemães.Após o fim da Segunda Guerra Mundial, resolveu permanecer em seu país, ondecontinuou produzindo ativamente até o ano de sua morte, não sem antes terpercorrido o mundo e presenciado sua logoterapia ser reconhecida globalmentecomo um pensamento relevante e digno de aprofundamento.


Por que o senhor decidiu escrever sobre o tema?
Por mais que a Logoterapia venha crescendo em termos de estudo e divulgaçãono Brasil, sempre senti falta de uma obra de fundamentação que buscassesistematizar suas principais ideias num corpo de referência. Daí a ideia deescrever sobre os fundamentos filosóficos do pensamento de Frankl.

Quanto tempo o senho levou para que a obra ficasse pronta? Quais foram suasfontes mais relevantes de pesquisa?
A obra foi concebida ao longo de dois anos, no mestrado em filosofia daUniversidade Federal do Ceará. Quanto às fontes de pesquisa, pensei serfundamental recorrer à própria letra de Frankl como recurso primário. Aolongo do debate que o texto propõe, dialoguei, contudo, com comentadores derenome, tais como Elisabeth Lukas, além de ter-me servido da obra deAlasdair MacIntyre, Henrique Lima Vaz e Manfredo Oliveira para compor meuargumento principal.


Qual parte é mais relevante ou especial para senhor da logoterapia?
Acredito que Frankl devolveu ao homem a dignidade de ser otimista diante docaráter trágico da vida. Para mim, talvez, a mensagem mais relevante dalogoterapia resida na defesa de que nossa realidade ontológica não se esgotana liberdade: somos responsáveis pelo sentido de nossas vidas e, em últimaanálise, pelo destino da própria humanidade.

 

Qual é o público que o senhor deseja atingir?
Penso que meu livro possa servir como auxílio para uma compreensão maisrigorosa do pensamento de Frankl. Nesse sentido, acredito que ele venha aser útil tanto para os que já têm alguma vivência na área, quanto paraaqueles que querem tentar uma primeira aproximação com a logoterapia:psicólogos, psiquiatras, educadores, filósofos, etc.


Qual foi a vivência ou experiência que o fez escrever o livro?
A ideia inicial que motivou a produção do livro diz respeito a umanecessidade, que percebi em mim, de apresentar o pensamento de Viktor Franklpor meio do modo sistemático como eu o concebo em minha vivência pessoal.Isso se deve, da mesma forma, a uma insatisfação de minha parte para com asdiversas representações – muitas vezes, distorcidas – da mensagem daLogoterapia. Muitos a identificam como uma seita religiosa legitimadaacademicamente, outros a apontam como uma “psicologia teologizada”, ou, piorainda, como uma “teologia psicologizada”. Em Frankl, eu, particularmente,sempre a entendi, sobretudo, como uma ética. Ética-vivida, por sinal, não apartir da lacuna entre experiência pessoal e construção teórica, mas, sim,no privilégio da vida enquanto força, não enquanto mero conceito. Nada maisapropriado, então, do que apresentá-la como tal: “a ética do sentido davida”. Minha intenção, logo, foi a de destrinçar, sistematicamente, opensamento de Frank no intuito de explicitar como se pode conceber aLogoterapia enquanto uma ética do sentido da vida, revendo-a, para tanto, nocerne de sua fundamentação filosófica.

Qual é a principal ideia que o leitor terá ao acabar de ler o livro?

Acho que ficará ao leitor – ao menos, é o que espero – uma noção mais amplae sistemática a respeito dos vários aspectos que compõem o pensamento deFrankl, desde a visão de mundo à visão de homem, passando pela problemáticaética que perpassa todos esses temas.

 

Qual foi o processo para reunir todos os pensamentos que estão em seulivro?
Basicamente, tratou-se, de um esforço de sistematização particular da obrade Frankl, buscando analisar, em seus escritos, o forte conteúdo éticoimplicado no cerne de seus argumentos.


Qual é a importância da antropologia para a logoterapia?
Frankl sempre deixou claro que qualquer psicoterapia se desenrola numhorizonte apriorístico, asseverando que qualquer escola psicoterápica há deter como base uma concepção antropológica e uma filosofia de vida, por maisimplícitas que sejam. A antropologia de Frankl pode ser vista como a pedraangular de seu projeto terapêutico, integrando aquilo que chamou de seu“credo psiquiátrico”: a crença no poder de obstinação do espírito humano,que pode fazer frente a qualquer morbidade psicofísica.

 

Nicolau Kietzmann Goldemberg - Assessor de imprensa
DGNK Assessoria de imprensa
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Release do livro: "A Ética do sentido da vida - Fundamentos filosóficos da Logoterapia".
Ivo Studart Pereira

A ideia inicial que motivou a produção deste livro diz respeito a uma necessidade de apresentar o pensamento de Viktor Frankl e seu estudo sobre a Logoterapia.

 

Através de uma sistematização particular de conceitos básicos como o “sentido”, a “vontade de sentido” e a “consciência moral”, essa obra articula um eixo de análise com o objetivo de explicitar a presença dessa “ética do sentido da vida” enquanto “ética da responsabilidade”, evidenciando-se, aí, uma reconciliação entre ética e ontologia através do que chamamos de “ontologização da moral”.

 

O livro também, em seu processo investigativo, apresenta vários temas importantes à tradição filosófica, como o problema mente/corpo, o dilema das leituras psicológicas sobre a moralidade, a busca de um fundamento para a ética no contexto da derrocada das tradições e o conceito de pessoa.

 

Portanto, o objetivo desse livro é entrar no âmbito do desenvolvimento inevitável entre a ética e a psicologia.

 

Páginas: 160

Editora: Ideias & Letras

Edição: 1ª
Ano: 2012
ISBN: 978-85-65893-10-7
Formato: 14 cm x 21 cm

 

Tema: PSICOLOGIA / PSICANÁLISE
Preço: R$ 35,00

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Release do livro: "Do trabalho penoso à dignidade no trabalho".
José Agnaldo Gomes

O psicólogo José Agnaldo Gomes em sua adolescência foi cortador de cana-de-açúcar na cidade de Maracaí, interior de São Paulo, um trabalho exaustivo e já conhecido no Brasil pela exploração da mão de obra e os boias-frias. Para isso foi em busca de seu passado, ouviu os ex-colegas dos canaviais com os quais compartilhou sonhos e indignação, memória e gratidão pelo convívio. Com o passar dos anos conseguiu estudar, se formar na faculdade, fazer doutorado e agora tenta alertar para o trabalho penoso.

 

“A necessidade desconhece por vezes a lógica do culturalmente estabelecido: lugar de criança é na escola. Depois de percorrer um longo caminho entre o canavial e a academia chegou o momento da realização de meu doutorado. Não hesitei, era a chance que tinha para amplificar as vozes de pessoas que trabalham no canavial. As histórias são muitas: de dor, sofrimento, alegrias, conquistas... Experiências que se vive solitariamente e em grupo. Em muitas dessas histórias eu reconhecia um pouco de mim” afirma o autor.

 

Foram quatro anos de pesquisa no discurso dos interlocutores que confere a essa pesquisa seu caráter dinâmico, em especial às narrativas dos boias-frias e do sindicato de Cosmópolis. O livro percorre desde a entrada das primeiras mudas de cana-de-açúcar no Brasil à vida social, política e econômica em torno dela, até a atual situação dos cortadores de cana numa região do interior de São Paulo (Cosmópolis) que serve como metáfora para uma leitura mais ampla e o capítulo segundo o autor que seja o mais relevante é o “À escuta das narrativas dos canavieiros”.

 

O texto é direcionado àqueles que depositam esperança no ser humano; pessoas vinculadas à academia intelectual, ao trabalho de pastorais, grupos que atuam em sindicatos, trabalhadores e também àqueles que gostam de uma leitura para refletir a partir da realidade social, como afirma José Agnaldo:

 

“O reconhecimento de um enorme contingente de trabalhadores que lutam bravamente em torno de uma causa comum: melhoria nas condições de trabalho para uma vida digna e com qualidade de vida no trabalho. Além das histórias pessoais que nos afetam sensivelmente, histórias que nos fazem acreditar na extraordinária capacidade organizativa de pessoas com suas histórias de vida articulada com outras histórias de vida e vontade de viver.” E quando perguntado como olha o passado e o futuro, responde:

 

“Ao passado aceno discretamente, de certo modo, com gratidão. Para o futuro olho com esperança, mas esperança como dispositivo político. Há evidências no presente que apontam para essa capacidade mobilizadora dos que ousam sonhar com um futuro mais justo e equitativo. A utopia, mesmo não alcançável, nos coloca em movimento, nos faz caminhar.”

 

Sobre o autor:

 

José Agnaldo Gomes nasceu em Maracaí, São Paulo, em 1º de abril de 1970. Dos 13 aos 23 anos foi cortador de cana-de-açúcar na cidade onde nasceu. Formou-se em psicologia pela Universidade de São Judas Tadeu e fez mestrado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), com um trabalho sobre pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo (A comuna da terra. Utopia e alternativa, Quito, Ed.Abya-Yala, 2005). Doutorou-se na Universidade de São Paulo (USP), no departamento de Psicologia Social e do Trabalho. Atualmente é professor de ensino superior na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

 

DO TRABALHO PENOSO À DIGNIDADE NO TRABALHO

O itinerário de canavieiros no enfoque da psicologia do trabalho

Autor: José Agnaldo Gomes

Preço: R$37,50

Páginas: 296

Edição: 1ª

Ano: 2012

ISBN: 978-85-7698-152-7

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Entrevista com Aparecido Inácio, autor do livro: "Assédio moral no mundo do trabalho".
Aparecido Inácio

Por que o senhor decidiu escrever sobre o tema?

 

Em razão de minha atuação profissional como advogado trabalhista sindical e professor de direito, eu vinha convivendo muito com esse tema e com casos concretos dos mais variados tipos de assédio moral na rotina da minha profissão e haja vista que este debate passou a ser uma questão recorrente no dia a dia da justiça, especialmente porque a OIT (Organização Internacional do Trabalho) apurou um crescimento muito grande do assédio moral, não apenas na América, mas também na Europa, fruto do crescimento desenfreado do capitalismo, da competitividade entre as empresa que coloca os trabalhadores no centro do problema e, também, porque a justiça trabalhista passou a se debruçar mais sobre o assunto.

 

Quanto tempo levou para que a obra estivesse pronta? Quais foram suas fontes mais relevantes de pesquisa?


Utilizei especialmente casos concretos que advoguei, casos decididos pelos Tribunais do Trabalho denominados de jurisprudência e pesquisas sobre o tema junto a doutrinadores do direito do trabalho. Como já tinha grande parte da pesquisa pronta, terminei o livro em aproximadamente 6 meses.

 

Qual parte é mais relevante ou especial para senhor?


Olha, todas são importantes, mas eu tenho me debruçado bastante e pesquisado sobre uma parte chamada de assédio moral coletivo, que é aquele tipo de assédio que abrange a coletividade dos trabalhadores de uma determinada empresa ou segmento profissional (bancários, professores, mulheres, mulheres negras, público GLBTT, idosos) e também vou aprofundar minha pesquisa sobre os tipos de prova que são permitidos para se chegar a comprovação do assédio e pretendo, ainda, melhorar a parte relativa à inversão do ônus da prova.

 

Qual é o público que o senhor deseja atingir?


Trabalhadores de uma maneira geral, gestores de RH, sindicalistas, professores de direito e aqueles que sofrem o assédio e não sabem identificá-lo.

 

Qual foi a vivência ou experiência que o fez escrever o livro?


Especialmente a repetição de casos e a ausência nas empresas de uma política trabalhista preventiva que gera uma grande omissão e conivência das mesmas para com os assediados.

 

Qual é a principal ideia que o leitor terá ao acabar de ler o livro?


Que o assédio moral existe, é uma realidade grave e tem como evitá-lo. Basta querer.

 

Qual foi o processo para reunir todos os casos que estão no seu livro?


Nossa foi complicado, tive que pegar pasta por pasta e copiar as decisões, pesquisei nos sites dos Tribunais e também em aproximadamente 30 livros sobre o tema.

 

O assédio moral é levado a sério no Brasil pelo público e em geral ou é visto com preconceito?


Infelizmente, não é levado a sério, especialmente pelos gestores das empresas. A maioria acha que o assediado é um a pessoa é um tipo “chorão”, um “reclamão” e que as empresas podem fazer o que quiserem. Ele (o assediado) sofre grande preconceito sim, veja no livro o caso que relato dos portadores de HIV.

 

O que caracteriza o assédio moral?


O excesso de poder, o abuso e a repetição da agressão e seus reflexos psicológicos e físicos ao trabalhador.

 

Como as pessoas e as empresas devem lidar com o assédio moral?


Principalmente em caráter preventivo, para evitá-lo, mas se ele já existe deve criar uma rede de apuração e denuncia segura, bem como estabelecer medidas como código de ética nas empresas e orientação aos gestores além de um espaço para debate do tema. O assédio, quando não combatido, gera uma rede de silêncio, uma omissão generalizada.

 

Como é possível comprovar que houve assédio moral?


Pelos reflexos que ele causa (chamado de nexo causal), pela queda da qualidade e da produtividade do trabalhador e do setor em que ele trabalha, pelas faltas que o funcionário assediado apresenta sem justificativa, pela perda do interesse pelo trabalho, constantes desentendimentos etc.

 

Para o senhor, qual foi o pior caso de assédio moral que conheceu?


O de uma servidora pública que foi demitida por ser portadora do vírus HIV.

 

Qual é o mais comum no Brasil?


O assédio contra mulheres e negros.

 

Quem sofre de assédio moral tem proceder de que forma?


Primeiramente, reunindo provas e testemunhas; depois, denunciando o assédio junto a seu Sindicato ou perante o Ministério Público do Trabalho. No livro tem um capítulo sobre isso.

 

Nicolau Kietzmann Goldemberg - Assessor de imprensa
DGNK Assessoria de imprensa
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Release do livro: "Ciber-Religião - A construção de vínculos religiosos na cibercultura".
Jorge Miklos

Com acesso a internet os brasileiros estão se relacionando com novas formas midiáticas e, por sequência, religiosas. O livro do historiador e doutor em Comunicação e Semiótica, Jorge Miklos, traz à tona a discussão sobre o entrelaçamento da mídia religiosa com a religião midiática e que permite associar os sujeitos humanos e o poder divino em novas formas interativas.

 

A obra é fruto de uma pesquisa de doutorado na PUC-SP em Comunicação e Semiótica, que durou quatro anos. As principais fontes foram sites religiosos que passaram a oferecer a seus consulentes rituais que antes só eram possíveis no âmbito presencial, como velas, terços, orações e pedidos, e peregrinações virtuais. Para a análise do fenômeno foram utilizados teóricos clássicos das Ciências da Religião, como Mircea Eliade e Rudolf Otto, além de teóricos das Ciências da Comunicação como Malena Contrera, Norval Baitello Jr. Paul Virilio e Eugênio Trivinho. O autor destaca uma das partes mais relevantes do texto:

 

“O deslocamento dos rituais religiosos para o âmbito do ciberespaço implica uma alteração dos aspectos tradicionais desses ritos. Em resumo, percebe-se uma mútua contaminação na qual o sagrado é midiatizado e a mídia é sacralizada. Será possível apreender, por meio da obra, um panorama da civilização pós-moderna cibercultural, suas manifestações socioculturais e o seu alcance sobre os rituais religiosos”.

 

Os interessados nos campos das Ciências da Religião e Ciências da Comunicação e o público em geral terão proveito na leitura, pois o livro possui um texto com uma linguagem de fácil assimilação.  Um dos assuntos decorrentes, a “Midiofagia”, um termo ainda desconhecido para muitos que usado com frequência ao qual Jorge Miklos explica:

 

“Midiofagia é um neologismo inspirado no conceito de Iconofagia do Prof. Dr. Norval Baitello Jr. Partindo da premissa que a técnica é muitas vezes percebida como religião (essa premissa foi indicada pelos teóricos da comunicação Malena Contrera e Eugênio Trivinho) percebeu-se que, na percepção social, as tecnologias comunicacionais são referenciadas como se fossem dotadas de poderes divinos. Um exemplo é o site de busca Google, o qual muitas vezes é percebido e referenciado como onipresente (está em todos os lugares), onisciente (tudo sabe) e onipotente (tudo pode). Certa vez ouvi numa palestra um ilustre sociólogo brasileiro dizer que “o Google é a prova de que Deus existe”. Dessa maneira talhou-se o conceito de “midiofagia”, no qual se busca explicar a capacidade dos meios técnicos de comunicação em “devorar” os atributos divinos.  Obviamente esse fenômeno é cada vez mais recorrente no imaginário social que projeta na técnica atributos humanos e divinos”.  E completa sobre o impacto para a religião a popularização do uso da Web e quais serão esses resultados:

 

“Estamos em um mundo e em uma época cujas relações são pautadas e mediadas pelas tecnologias comunicacionais. Nossa época é notadamente marcada pela presença massiva de tecnologias de comunicação no cotidiano humano. A “onipresença” da tecnologia comunicacional acarreta mudanças profundas na sociedade atual. O alastramento da cultura digital e sua difusão potencializaram vários comunicadores instantâneos portáteis nos quais os formatos e as linguagens não param de convergir numa velocidade surpreendente. Se todas as esferas da vida social foram abarcadas pelo tecnológico, a experiência religiosa não ficou ilesa.  Atualmente, várias pessoas, ligadas ou não a instituições religiosas, lançam mão dos meios de comunicação eletrônicos interativos como mediação para experiências religiosas. Velas, terços, velórios, e peregrinações virtuais são alguns exemplos recentes, mas já conhecidos dessa migração da experiência religiosa para o cyberspace. Não há como “prever os resultados”, porém há como atestar o fenômeno no presente. Nesse contexto, as religiões, em suas diversas denominações, são um foco especial para o estudo comunicacional das sociedades contemporâneas”.

 

Sobre o autor:

 

Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP; graduado em História, mestre em Ciências da Religião. Membro da Comissão de História do Instituto Panamericano de Geografia e História (IPGH) e da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil.
Integra o grupo de pesquisas Mídia e Estudos do Imaginário (UNIP) e o Centro Interdisciplinar de Semiótica da Culturae da Mídia (PUC/SP).

 

CIBER-RELIGIÃO

A construção de vínculos religiosos na cibercultura

Autor: Jorge Miklos

Preço R$30,00

Páginas: 160

Edição: 1ª

Ano: 2012

ISBN: 978-85-7698-143-5

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Entrevista com Jorge Miklos, autor do livro: "Ciber-religião - A construção de vínculos religiosos na cibercultura".
Jorge Miklos

Por que decidiu escrever sobre o tema?


Em face de um interesse pessoal, pois o sagrado é o tema da minha vida, e também após uma observação do fenômeno da midiatização da sociedade e das experiências religiosas e além de uma migração dos ritos religiosos para o ciberespaço.

 

Quanto tempo demorou para que a obra ficasse pronta?


Quais foram suas fontes mais relevantes de pesquisa? A obra é fruto de uma pesquisa de doutorado na PUC-SP em Comunicação e Semiótica, que durou quatro anos. As principais fontes foram sites religiosos que passaram a oferecer a seus consulentes rituais que antes só eram possíveis no âmbito presencial, como velas, terços, orações e pedidos , e peregrinações virtuais. Para a análise do fenômeno foram utilizados teóricos clássicos das Ciências da Religião, como Mircea Eliade e Rudolf Otto, além de teóricos das Ciências da Comunicação como Malena Contrera, Norval Baitello Jr. Paul Virilio e Eugênio Trivinho.

 

Qual parte é mais relevante ou especial para senhor?


O deslocamento dos rituais religiosos para o âmbito do ciberespaço implica uma alteração dos aspectos tradicionais desses ritos. Em resumo, percebe-se uma mútua contaminação na qual o sagrado é midiatizado e a mídia é sacralizada.

 

Qual é a principal ideia que o leitor terá ao acabar de ler o livro?


Será possível apreender, por meio da obra, um panorama da civilização pós-moderna cibercultural, suas manifestações socioculturais e o seu alcance sobre os rituais religiosos.

 

Qual o público o senhor deseja atingir?


A obra destina-se aos interessados nos campos das Ciências da Religião e Ciências da Comunicação, bem com ao público em geral. Embora a obra tenha sido escrita para especialistas, tem uma linguagem de fácil assimilação.

 

O que significa, no termo amplo da palavra, “midiofagia” e como ela interfere em nossas vidas?


Midiofagia é um neologismo inspirado no conceito de Iconofagia do Prof. Dr. Norval Baitello Jr. Partindo da premissa que a técnica é muitas vezes percebida como religião (essa premissa foi indicada pelos teóricos da comunicação Malena Contrera e Eugênio Trivinho) percebeu-se que, na percepção social, as tecnologias comunicacionais são referenciadas como se fossem dotadas de poderes divinos. Um exemplo é o site de busca Google, o qual muitas vezes é percebido e referenciado como onipresente (está em todos os lugares), onisciente (tudo sabe) e onipotente (tudo pode). Certa vez ouvi numa palestra um ilustre sociólogo brasileiro dizer que “o Google é a prova de que Deus existe”. Dessa maneira talhou-se o conceito de “midiofagia”, no qual se busca explicar a capacidade dos meios técnicos de comunicação em “devorar” os atributos divinos.  Obviamente esse fenômeno é cada vez mais recorrente no imaginário social que projeta na técnica atributos humanos e divinos.

 

Qual foi a vivência ou experiência que o fez escrever o livro?


Em 2004 ou 2005 li em um jornal que a Santa Sé estava analisando a possibilidade em instituir “o confessionário virtual”. Isso não foi levado adiante, pois as maiores empresas de segurança da web consideraram que a proteção ao sigilo não é plenamente segura. Logo depois, os sites católicos foram disponibilizando não apenas informações, mas também a possibilidade de acender velas, e fazer promessas. Pensei que estávamos diante de um fenômeno novo que devia ser estudado à luz de uma linha interdisciplinar entre as Ciências da Religião e as Ciências da Comunicação.

 

O senhor cita como fonte Joseph Campbell, conhecido por trabalhar a relação entre o místico e o religioso. Nossa ligação com ciber espaço está ligada ao misticismo e à religião?


A técnica comparece no imaginário social como algo fundado no pensamento mitológico. A cibercultura comprova que mitologia arcaica e imaginação ficcional estão presentes no cotidiano de uma civilização cibernética. Um exemplo emblemático desse “casamento” é o escritor de ficção científica William Gibson. O termo ciberespaço estava em seu livro “Neuromancer”, de 1984.  O progresso técnico é um dos eixos por meios dos quais aprendemos a buscar experiências utópicas e distópicas de transcendência.

 

Qual é o impacto para a religião a popularização do uso da Web e quais serão esses resultados?


Estamos em um mundo e em uma época cujas relações são pautadas e mediadas pelas tecnologias comunicacionais. Nossa época é notadamente marcada pela presença massiva de tecnologias de comunicação no cotidiano humano. A “onipresença” da tecnologia comunicacional acarreta mudanças profundas na sociedade atual. O alastramento da cultura digital e sua difusão potencializaram vários comunicadores instantâneos portáteis nos quais os formatos e as linguagens não param de convergir numa velocidade surpreendente. Se todas as esferas da vida social foram abarcadas pelo tecnológico, a experiência religiosa não ficou ilesa.  Atualmente, várias pessoas, ligadas ou não a instituições religiosas, lançam mão dos meios de comunicação eletrônicos interativos como mediação para experiências religiosas. Velas, terços, velórios, e peregrinações virtuais são alguns exemplos recentes, mas já conhecidos dessa migração da experiência religiosa para o cyberspace. Não há como “prever os resultados”, porém há como atestar o fenômeno no presente. Nesse contexto, as religiões, em suas diversas denominações, são um foco especial para o estudo comunicacional das sociedades contemporâneas.

 

É possível alcançar e viver a experiência do divino através da web?


Leonardo Boff chama a experiência do divino de transcendência, e afirma que a transcendência é uma busca fundamental do ser humano. Trata-se de uma abertura que nos faz romper barreiras e superar limites. O ser humano é um nó de relações voltado em todas as direções. É se comunicando, realizando essa transcendência concreta na comunicação, que o ele se constrói. A transcendência acontece em muitos lugares antropológicos, em pequenos e grandes acontecimentos, na multidão e na solidão. A web pode ser um meio, mas não um fim.

 

Sobre o autor:

 

Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP; graduado em História, mestre em Ciências da Religião. Membro da Comissão de História do Instituto Panamericano de Geografia e História (IPGH) e da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil. Integra o grupo de pesquisas Mídia e Estudos do Imaginário (UNIP) e o Centro Interdisciplinar de Semiótica da Culturae da Mídia (PUC/SP).

 

CIBER-RELIGIÃO A construção de vínculos religiosos na cibercultura

Autor: Jorge Miklos

Preço R$30,00

Páginas: 160

Edição: 1ª Ano: 2012

ISBN: 978-85-7698-143-5

 

Nicolau Kietzmann Goldemberg - Assessor de imprensa
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